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Fazer parte de uma organização social é… Amar!

Em virtude dos factos recentes acontecidos com uma importante organização social em Portugal, gostava de dedicar algumas palavras ao tema.

Hoje, a fazer uma pesquisa (como faço frequentemente) de projetos de organizações sociais, percebi algumas coisas que estão implícitas ao nosso trabalho, mas que não são ditas. Uma delas é o AMOR com que trabalhamos por aquilo que acreditamos.

Na verdade, depois de procurar igualmente em bancos de imagens pela palavra “social” “direitos humanos”, fui ter a imensas imagens de reencontros (ou encontros) familiares, pessoas com o coração nas mãos, coração no coração, coração em todo o lado. Na verdade, é isso mesmo. Trabalhamos com o coração.

Há quem acredite que o trabalho numa organização social, para muitas pessoas, tem um pouco de egoísmo subjacente: necessidade de se provarem capazes, necessidade de se sentirem úteis. Pergunto eu: há maior grandeza do que a pessoa que nos procura porque quer ser útil? Porque quer fazer a diferença?

O verdadeiro voluntário, colaborador de uma organização social, apaixona-se por regra pelo trabalho que faz, pelas pessoas que segue, pelas crianças que forma.

As organizações sociais não são perfeitas. Funcionam com pessoas e logo, com as emoções, o turbilhão de comoções que cada um de nós traz ao trabalho social. Funciona de pessoas para pessoas e com pessoas e por isso, desde logo, o caldeirão de emoções alarga e dispersa. Mas este caldeirão de emoções traz também um enorme amor, e é isso que vou tentar lembrar sempre às pessoas que comigo colaboram.

Conflitos? Claro que há conflitos.Desavenças? Claro que sim.

Há, no entanto, um fim maior, um propósito maior, subjacente não só às organizações sociais, mas a todas as organizações que se pretendem bem-sucedidas no nosso panorama social: chegar ao nosso público (seja ele qual for) e fazer com que fiquem contentes com a nossa entrega, com a nossa partilha, profissionalismo e generosidade.

E hoje aqui entrego o meu coração e o da minha equipa, que convitamente trabalha com o coração.

Hoje deixo também um mote para pensar: e se agíssemos todos mais com o coração? O que aconteceria?

Uma boa semana para si!

Publicado na BIRD Magazine: https://birdmagazine.blogspot.com/2017/12/fazer-parte-de-uma-organizacao-social-e.html

Anabela Moreira | HR Consultant, Coaching, Copywriting, Mentoring and Training

Viajou por muitos países, conheceu muitas pessoas e muitos lugares. Aprendeu com todas as pessoas que observou e com quem conversou. Trabalhou em Portugal, na Bélgica, nos EUA e em Angola. Hoje desenvolve o seu trabalho na área da gestão de pessoas (recursos humanos), formação, coaching e mentoring. E escrita, adora escrever. Assumiu diferentes funções e colaborou com empresas em diferentes estados de maturação, quer em ambiente nacional, quer internacional. Desempenhou funções relacionadas com: gestão do talento e tarefas inerentes; gestão de recursos humanos em sentido lato e formação e desenvolvimento. A nível académico, estudou direito na Universidade de Coimbra, mas foi em Psicologia e no Porto que encontrou a sua verdadeira vocação. É certificada em Coaching, PNL e estuda todos os dias mais um pouco, vê mais um pouco, ouve mais um pouco para poder ser mais cultivada. Hoje gere a UpTogether Consulting e trabalha com pessoas, para pessoas. Faz programas de shaping leaders e reshaping leaders e gosta muito do que faz. Costuma dizer às crianças que forma enquanto voluntária em educação para os direitos humanos: “quando mais soubermos, quanto mais conhecemos e sentimos, menos somos enganados”. Enfrenta cada dia com uma enorme alegria que é simples de ver e sentir!

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